
14 de julho de 2016
12 de julho de 2016
29 de junho de 2016
Vale de trabalho
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| Senhor José Luís Rodrigues | Vale Formoso | década de 60/70 |
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| Senhor José Janeiro no cavalo e seu sogro atrás da vaca, José Luís Rodrigues | década de 70 | foto dirigida ao senhor Manuel do Ramalho, que se encontrava na Guiné, altura do Ultramar, Guerra Colonial Portuguesa |
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| Vale Formoso | década de 60/70 |
22 de junho de 2016
14 de junho de 2016
Família Carreiro
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| Senhor João Carreiro Ferreiro e sua esposa Ricarda do Rosário Moniz |
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| Maria "bailinha" (senhora de saia axadrezada), Constância Carreiro (a que sentada), Esménia Carreiro ( senhora de saia escura), Margarida Paiva (Margarida Serena(menina que está na frente)), Margarida Janeiro (bebé) e Maria Olinda Carreiro (menina de laçarote) |
9 de junho de 2016
7 de junho de 2016
Ão compasso da tradição
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| Coroação - Outeiro (antigo largo da eira) - 1959 Padre João Botelho, tio Manuel Barbeiro |
31 de maio de 2016
Casamento
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Maria Espírito Santo Gonçalves Faria e Jerónimo Bem-Feito Janeiro casaram-se a 07 de Setembro de 1969
Crianças |
Fátima do Juliano, Gracinha do Tio António, Gracinha do Tio João, Manuel Ribeirinha
Família |
João Carlos Faria, José Gonçalves Cláudino, Manuel Bem-Feito Janeiro, Trindade Gonçalves, Manuel Gonçalves Faria
Rosarina Gonçalves Faria, João Gonçalves Faria, António Luís Gonçalves, Juliano Furtado Cláudino, João Faria
José Correia (Salga), José Eduardo Aguiar, Ernestina - da Comercial, Carlo - da Comercial,
Dona Cleménia - da Comercial
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6 de outubro de 2015
Família Furtado
| Aníbal Furtado e sua esposa Maria da Luz |
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| Maria da Luz e seu marido |
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| Maria da Luz, seu marido e suas filhas, Maria José e Lúcia |
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| Maria da Luz, seu marido e suas filhos, Maria José, Lúcia e Paulo Jorge |
| Maria da Luz, seu marido e suas filhos, Maria José, Lúcia e Paulo Jorge, Rosa, as duas filhas da tia Rosalina |
Fotos cedidas por:
Rosa Furtado
28 de setembro de 2015
25 de setembro de 2015
Saudades do perfume
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| Rua José do Canto | Fátima Faria na porta e sua filha, Tânia Faria, na rua |
Não tenho muita idade para descrever o que era a festa no meu tempo, pelo que ouço dos mais velhos, no tempo deles, é que era.
Mas posso escrever o que sentia na altura, com poucos anos de residente na zona do outeiro. A chegar perto da festa era um alvoroço, as mulheres preocupadas com as urtigas, pois o plantio do ano passado não foi bom e nos meses anteriores ouve mau tempo e estragou muitas das plantas. Os homens estavam a pensar qual era o molde da passadeira, queriam marcar a diferença. Lembro-me dos meus pais reunidos com os vizinhos a pensar numa maneira de dar a volta ao assunto, camélias, flores de papel e farel, foi a solução. Mulheres e homens, meteram logo as mãos à obra.
Papel e mais papel se comprou para fazer à mão as flores que depois com um arame davam a volta aos ramos das camélias, desenhos de moldes muitos se fez.
Depois do molde planeado, as vizinhas se juntaram e vieram pintar na minha casa, foi uma verdadeira trabalheira, mas uma alegria que jamais poderei explicar.
Quando chegou o dia, nunca vi a minha rua (rua José do canto) tão única e empenhada como naquele dia. O tapete percorria quase toda a minha rua, as flores e os arranjos estavam a coisa mais linda e o cheiro?? Que saudades daquele perfume, que saudades. As pessoas que passavam,ficavam paradas, admiradas com tanta beleza, fotos e mais fotos tiravam e elogios eram muitos, minha rua foi a mais vistosa, tudo para ela, para a Nossa Senhora da Graça.
Hoje em dia, as coisas estão completamente diferente, cada um faz as suas plantas, o seu tapete, a união ficou pelas ruas perdida. Agora apenas resta-me a esperança de algum dia ver o que é uma lembrança de infância em uma realidade adulta.
21 de setembro de 2015
23 de julho de 2015
O vestido

Era muito pobre, tinha 17 anos, quando foi servir ao vice-cônsul americano.
Maria ia para tomar conta de três meninos, que moravam na Avenida Gaspar Frutuoso. Passado algum tempo a família do cônsul foi-se embora com muito pesar. Na casa do cônsul frequentava um piloto, que deparou-se com a foto de Maria, que a família do cônsul levara para a América, como recordação.
- "Quem é esta bela moça? - perguntou o piloto à mulher do cônsul. - É a moça que tomou conta dos meu filhos nos Açores. - respondeu a mulher com saudades de Maria.
- Senhora, nunca vi moça tão bela! Será que podia dar-me o endereço dela? - perguntou o piloto encantado com a beleza de Maria.
E assim aconteceu. O piloto, Edward, começou a trocar correspondência com Maria e pediu a ela uma foto, já que a única que tinha pertencia ao cônsul.
Como era uma moça muito pobre, simpática e carinhosa, sua mãe não tinha dinheiro para comprar um vestido para a filha que pudesse ainda mais embelezar Maria e então uma vizinha emprestou soube do sucedido e emprestou seu melhor vestido. E lá foi Maria tirar a dita fotografia. Como era um piloto inglês, ele não sabia falar português e ela muito menos inglês.
Maria tinha uma vizinha que era americana (Mimi, esposa do senhor Augusto) e traduzia as cartas em português para Maria. Quando ela escrevia as cartas, dizia senhora Mimi:
- Afinal, o que queres que diga de resposta na carta?
E ela, Maria, com a sua modesta simpatia dizia:
- Olha senhora, como não tenho estudos a senhora que escreva o que quiser, mas que mande pelo menos um beijo e um abraço ao rapaz.
O namoro durou mais que um ano e meio, depois deste tempo veio uma triste noticia, seu querido Edward, seu piloto, teve um trágico acidente, morreu.
Lá Maria chorou noites sem fim, debaixo do seus cobertores, para ninguém saber sobre o seu trágico fim.
Foto de:
Maria Espírito Gonçalves Faria
23 de junho de 2015
A bezerrinha
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| Senhor Manuel Ginguinha, com a sua vaca e bezerrinha. Ao lado da vaca o seu pai e mãe. Foto datada de 1965 |
12 de junho de 2015
Angola 1965
Trata-se do diário/álbum do soldado Jerónimo Bem-Feito Janeiro em Angola no ano de 1965, as suas vivências, a cultura de um pais estranho e os amigos que eram uma família.
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| Partida dos soldados em Ponta Delgada Jerónimo se encontra no canto direito da foto. 27-12-1965 |
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| Jerónimo e seus camaradas |
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| "Olha mãe que galinha de grande!" |
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| Em Angola, Jerónimo aprendeu a conduzir vários tipos de veículos e eram muito requisitado pela sua destreza e cuidado a conduzir. |

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| Mesmo no posto de vigia, não perdia a posse! |


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| As crianças que muitas vezes fugiam para o campo dos soldados em troca de um lanche e de um banho, ofereciam a alegria e amizade. |
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| O infiltrado |
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| Campo de treino |
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| Arma e granadas por ele usadas na guerra |
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| Caso se algum soldado tivesse um problema de saúde e tivesse os seus "padrinho" iam de Angola para Lisboa ser tratados. Neste caso, Jerónimo teve um problema de visão. 05-02-68 |
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| Hora da "janta" |
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| "sim mãe, aqui também temos ananás e meloas" |
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| Jerónimo e a "mulher" mais linda do quartel. |
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| Postal que mandou aos seus pais. |
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| São boas as noticias daí e frescas. |
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| Vinda da Nossa Senhora de Fátima a Angola. Jerónimo levou o andor. |


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| Seu amigo, António Viana, dos Moinhos. |
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| Jerónimo e seu amigo António Viana, dos Moinhos. |

E acabo essa viagem com a grande fotografia de Jerónimo e o seu álbum.
OBRIGADA JERÓNIMO!!!

11 de junho de 2015
Madrinha eu vou-te fazer uns versos
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Manuel Gonçalves Faria a escrever os versos para a sua madrinha de tropa
Ano de 1967
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Abaixo segue-se a carta da madrinha com os versos
Foto e carta cedidas por:
Maria Espírito Gonçalves Faria
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